segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
MERCADO DE TRABALHO PARA PROFISSIONAIS EXPERIENTES
Artigo, abaixo, publicado no site ADMINISTRADORES.com.br, pode ser conferido no link,
Profissionais maduros estão em alta
A chamada Geração Baby Boomer, compreendida pelas pessoas
nascidas entre 1946 e 1964, vem conquistando novamente seu espaço nas
organizações por terem maior vivência, conhecimento e inteligência emocional
Nunca se falou tanto do assunto Geração Y no mercado de
trabalho. Engajados e com muita vontade de fazer acontecer, estes profissionais
ganham cada vez mais espaço dentro das organizações. Porém, para que haja
equilíbrio entre velocidade de resultados e ponderação de atitudes, existe uma
grande tendência no recrutamento das empresas: a contratação de pessoas mais
experientes.
A chamada Geração Baby Boomer, compreendida pelas pessoas
nascidas entre 1946 e 1964, vem conquistando novamente seu espaço nas
organizações por terem maior vivência, conhecimento e inteligência emocional. O
uso das tecnologias para execução do trabalho é relativamente novo e muito do
conhecimento de processos organizacionais está embutido na cabeça de pessoas
mais velhas. Com a saída destes trabalhadores no decorrer dos anos, muitas
empresas perderam em conhecimento e muitas companhias passaram a recontratar
antigos colaboradores da própria empresa, como os já aposentadas, por exemplo.
Um dos principais desafios deste perfil de profissionais é
conviver com uma geração mais nova. Ter este tipo de flexibilidade é uma
competência vital para quem retorna ao mercado de trabalho. "Outro desafio
é a adaptação ao avanço das tecnologias. Ainda há uma certa resistência dos
profissionais mais velhos em utilizar algumas ferramentas, mas estar 'antenado'
com as novidades garante uma sobrevivência maior nas organizações",
Carolina Manciola, gerente de consultoria e treinamento do Grupo Triunfo.
Segundo ela, os mais experientes devem ter a humildade de saber que há muito
coisa para aprender, apesar de terem grande conhecimento sobre outras questões
importantes do mercado de trabalho.
A linguagem e a atitude no ambiente de trabalho praticada
pelos mais novos pode causar estranheza. Para esta geração, a hierarquia ou a
diferença de idade não são tão valorizadas quanto antes – o que mais importa
são as competências. Então, cabe ao mais velho aprender com esta geração e ao
mesmo tempo passar seu conhecimento de anos. "A geração mais antiga pensa
mais de uma vez ao tomar uma decisão. Em contrapartida, vejo que uma das falhas
dos mais jovens é agir por impulso. O estado emocional faz com que os mais
velhos sejam mais estáveis e não repliquem tanto conflitos pessoais nas
atividades do trabalho", opina Reinaldo Passadori, administrador de
Empresas com especialização em Recursos Humanos.
Liderança
Hoje, um dos principais desafios das organizações é ter
líderes preparados. Elas começaram a perceber que não adianta investir em
talentos com alta capacidade de trabalho, mas que não tenham competência de
gerir outras pessoas e pulso para tomar importantes decisões. Nestes momentos,
profissionais mais maduros são requisitados, pois a experiência dá condições de
uma gestão com mais equilíbrio.
Para Passadori, "o bom profissional é valorizado em
qualquer época, independente da idade e das circunstâncias do mercado". De
acordo com o administrador, a Geração Y tem vontade, conhecimento, mas não tem
a experiência que certos cargos exigem. "Pelo fato da maior maturidade e
vivência, as características mais contrastantes se comparado aos mais jovens é
a ponderação, racionalidade e equilíbrio emocional", completa.
sábado, 7 de janeiro de 2012
TEMPOS DE LIQUIDAÇÃO
Procon autua
10 redes varejistas em dia de megaofertas
Lojas das redes Extra, Ponto Frio,
Casas Bahia e Magazine Luiza foram autuadas por irregularidades
AE - Agência Estado
A Fundação Procon-SP autuou 10
estabelecimentos durante fiscalização em dia de megaofertas em São Paulo,
Santos, Presidente Prudente, São José dos Campos e Campinas. A informação foi
divulgada nesta sexta-feira, 6.
As lojas Extra, Ponto Frio, Casas Bahia e Magazine Luiza foram autuadas por
irregularidades como ausência de atendimento preferencial aos idosos, produtos
sem preço, preços diferentes para o mesmo produto, preço à vista e parcelado em
dimensões diferentes, não agendamento de turno para montagem de produtos
entregues e não entrega de produtos e falta de exemplar do Código de Defesa do
Consumidor no estabelecimento.
As empresas responderão a processo administrativo e poderão ser multadas de R$
400 a R$ 6 milhões. No total, 15 lojas foram comércios foram vistoriados.
Comentário: Felizmente isso não ocorre aqui em Santiago. Nossos lojistas e seus colaboradores, são conscientes e prestativos, o que dispensa a necessidade de intervenção do PROCON.
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Encerra-se mais um ano de nossas vidas.
Momento de reflexão.
Há o que comemorar.
Há o que lamentar.
Há, também, que sentir saudades.
Há sempre coisas boas e outras não tão boas.
Alegrias e tristezas.
Lembranças que queremos esquecer...
Lembranças que desejamos que permaneçam para
sempre...
Neste final de ano quero agradecer a todas as amigas
e amigos que me distinguiram e acolheram com gestos e palavras de amizade.
Gostaria de propor que, neste Natal, guardem em
sua memória lembranças, alegrias e saudades das coisas boas que viveram no
decorrer do ano e, também, desejar que o Ano Novo, 2012, seja repleto de saúde,
realizações, paz, prosperidade, amor e, principalmente, um tempo de construção
de novos sonhos...
Boas Festas
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
BRIGA DE JORNALISTAS
Nassif e iG devem pagar R$ 30 mil
a Diogo Mainardi
O jornalista Luis Nassif e o iG,
provedor de conteúdo, foram condenados a pagar R$ 30 mil por danos morais ao
ex-colunista da revista Veja Diogo Mainardi. A decisão da 10ª Câmara de Direito
Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo é desta terça-feira (13/12) e dela
cabe recurso.
A ação se deu em razão de ataques a
Mainardi publicados no Blog do Nassif. Por unanimidade, os desembargadores
concluíram que houve ofensa pessoal.
Nassif recorreu da sentença, na qual
havia sido condenado, alegando que não fez críticas ou ofensas pessoais a
Mainardi. Segundo a sua defesa, houve "crítica objetiva e de cunho
técnico" dirigidas aos textos publicados, e não ao colunista. Os advogados
também apontaram a inexistência de abalo moral.
Para a 10ª Câmara, Nassif, ao criticar
Mainardi, "levantou suspeita a respeito da integridade moral do autor, sua
isenção como jornalista e ainda avançou para críticas à sua postura em relação
à sua vida pessoal".
O iG, provedor de conteúdo no qual o
Blog do Nassif se hospeda, também foi condenado por ter contratado a empresa de
Nassif (Dinheiro Vivo Consultoria), por R$ 30 mil, pelo conteúdo de quatro
blogs. Segundo a decisão, o portal deve também ser condenado porque funciona
"como veículo de divulgação das matérias redigidas pelo jornalista Luis
Nassif e não como mero hospedeiro".
Para a desembargadora Márcia Dalla Déa
Barone, relatora do caso, ao chamar Mainardi de "colunista sela — nome que
se dá ao colunista pouco informado que se deixa 'cavalgar' pela fonte,
tornando-o mero passador de recados", Nassif teve "claro desejo"
de desmerecer a pessoa do jornalista.
A defesa de Mainardi, feita pelo
escritório Lourival J. Santos, reclamou de Nassif dizer que o colunista usava
"situações pessoais, como as dificuldades físicas de seu filho, para
ganhar simpatia dos leitores para fins escusos".
As afirmações feitas no blog, de acordo
com a relatora do caso, "colocam sob suspeita não só a qualificação
profissional de Mainardi, mas também seu caráter, a gerar inequívocos reflexos
em sua vida pessoal".
Na decisão, a desembargadora afirma que
"o abalo moral configurado na espécie não tem como ser mensurado, na
medida em que não se conhece o grau de influência das notícias divulgadas pelo
requerido em relação à opinião dos leitores, sendo, contudo, inequívoca sua
ocorrência".
A defesa de Mainardi pediu também que
Nassif fosse obrigado a publicar a sentença em seu blog, como determinava a Lei
de Imprensa. O pedido, porém, foi negado. No entendimento da Câmara, "a
obrigação não pode mais ser imposta diante do reconhecimento da não recepção da
Lei de Imprensa pela Constituição Federal".
Fonte: Consultor Jurídico: www.conjur.com.br
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
AGROTÓXICOS OU DEFENSIVOS AGRÍCOLAS?
"Pimentão lidera ranking do
agrotóxico
Levantamento da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em amostras de frutas, verduras, legumes e grãos à venda para o consumidor revela uso indiscriminado de agrotóxico no País. Das 3.130 amostras coletadas, 29% apresentaram problemas, que vão desde uso de defensivos não permitidos para a cultura ou sem registro no País até alto grau de resíduos de agrotóxicos no alimento.
Quase um terço das
amostras de frutas, verduras, legumes e grãos analisadas pela Agência Nacional
de Vigilância Sanitária (Anvisa) apresentou problemas - entre eles a utilização
de produtos não autorizados e o alto grau de resíduos tóxicos nos alimentos
Lígia Formenti / BRASÍLIA - O Estado de
S.Paulo
Levantamento da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em amostras de frutas, verduras, legumes e grãos à venda para o consumidor revela uso indiscriminado de agrotóxico no País. Das 3.130 amostras coletadas, 29% apresentaram problemas, que vão desde uso de defensivos não permitidos para a cultura ou sem registro no País até alto grau de resíduos de agrotóxicos no alimento.
Pelo segundo ano consecutivo, o pimentão teve o maior índice de
irregularidades: 80% das amostras foram consideradas insatisfatórias. Em
seguida estão uva, pepino e morango (mais informações nesta página).
"Os números preocupam", avaliou o presidente em exercício da
Anvisa, Dirceu Barbano. "Agrotóxico é veneno, seu uso tem de ser feito com
limite."
Conforme revelou o Estado no último dia 30, o Brasil se tornou o
principal destino de agrotóxicos banidos em outros países. Nas lavouras
brasileiras são usados pelo menos dez produtos proscritos na União Europeia
(UE), Estados Unidos e um deles até no Paraguai.
O diretor executivo da Associação Nacional de Defesa Vegetal, Eduardo
Daher, questionou dados da pesquisa. Para ele, o relevante é o porcentual de
amostras que apresenta resíduos acima do permitido: 2,8%. "O uso de
produtos não autorizados para determinadas culturas, equivalente a 23,8% das
amostras, não me comove." Daher argumentou que a metodologia não foi
revelada. "O estudo serve apenas para levar pânico desnecessário à
população."
A análise foi feita em 26 Estados. Dados de São Paulo não foram
revelados, porque o Estado usa metodologia própria para avaliar os resultados.
Para o estudo, foi pesquisada a presença de 234 tipos de agrotóxicos em 20
culturas. Batata, banana, feijão e maçã foram as que apresentaram menor índice
de problemas.
Uma das maiores preocupações está no alto grau de uso de produtos sob
reavaliação da Anvisa por causa do alto risco à saúde. O trabalho revelou o
emprego desses agrotóxicos em culturas para as quais não há autorização. No
momento do registro, é definido em que culturas o agrotóxico pode ser aplicado.
"O desrespeito dessa recomendação aumenta o risco do consumo de
resíduos desses agrotóxicos, porque eles não são levados em conta no cálculo do
impacto na ingestão diária", explicou o gerente de toxicologia da Anvisa,
Luiz Meirelles. O consumo de agrotóxicos em porcentuais acima do recomendado
dificilmente é notado no dia a dia. "As doenças vêm a longo prazo. Só em
casos de contato com grande quantidade do produto é que surgem as
intoxicações."
Em 2008, a agência iniciou a reavaliação toxicológica de 14 substâncias
ativas de agrotóxicos. Entre riscos apontados estão problemas neurológicos,
câncer e distúrbios no sistema endócrino. Na lista dos produtos reavaliados, 12
foram banidos em outros países. Enquanto o processo de nova análise não é
concluído, o consumo do produto no Brasil aumenta.
Em 15 das 20 culturas foram encontrados ingredientes em processo de
reavaliação. Outro problema é o aumento das amostras em que foi detectado o uso
de produtos que não estão registrados no País. "Esse é o pior dos mundos.
Não sabemos que substâncias estão nos produtos, em que quantidade. É o
descontrole total", resume Meirelles.
CULTURAS
Usaram de forma irregular agrotóxicos que estão em reavaliação
Culturas de uva, tomate, pimentão, pepino, morango, manga, mamão, laranja, feijão, couve, cenoura, cebola, beterraba, arroz e alface
Usaram de forma irregular agrotóxicos que estão em reavaliação
Culturas de uva, tomate, pimentão, pepino, morango, manga, mamão, laranja, feijão, couve, cenoura, cebola, beterraba, arroz e alface
Culturas com registro de uso de agrotóxicos banidos ou com registro
excluído Abacaxi, arroz, feijão, maçã, mamão, morango, uva
Substâncias em reavaliação encontradas nas análises
- Endossulfan (encontrado nas culturas de pepino, pimentão e beterraba):
Desregulação endócrina e toxicidade reprodutiva
- Acefato (encontrado nas culturas de cebola e cenoura):
Neurotoxicidade, carcinogenicidade e toxicidade reprodutiva
- Metamidofós (encontrado nas culturas de pimentão, tomate e alface):
Neurotoxicidade."
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