domingo, 14 de abril de 2013

HOMENAGEM A DOADOR DE CAMPANHA

A iniciativa do deputado federal André Vargas (PT) pode "fazer escola" em muitos lugares do Brasil.

Leia o que diz no blog: http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/, e reproduzida abaixo:

"André Vargas: homenagem ao doador de campanha do PT


Projeto em homenagem ao doador de campanha
A André Vargas cabem inúmeros juízos, menos o de ingrato. Um projeto de lei apresentado pelo petista, hoje vice-presidente da Câmara, batizou de Cecílio do Rego Almeida o trecho da BR-277 entre Curitiba e Paranaguá. O homenageado é o fundador da CR Almeida, dona da Ecovia, concessionária responsável pela rodovia e inúmeras generosidades ao PT.

Em 2010, doou 250 000 reais para de Gleisi Hoffmann e mais 150 000 reais para Rui Falcão."




Por Lauro Jardim

APLAUSOS AO JORGE IRENO

Jorge Ireno Reis: Clique aqui para acessar o Blog do Jorne Ireno.

"Sou um pequenino grão de areia na praia dos poetas, compositores e escritores de Santiago-RS "Terra dos Poetas" - Jorge Ireno Reis

Ao amigo Jorge!

A praia dos poetas é feita da soma dos grãos de areia. Quando muitos calam, poucos falam! Isso não faz bem para a nossa praia, ainda bem que voltou a participar do debate com coragem e destemor. 

Abraços,

Vulmar Leite

sexta-feira, 12 de abril de 2013

MUNICIPALISMO, UMA LUTA DE TODOS


O Centro Empresarial de Santiago (CES), presidido pela empresária Elaine Manzoni Minozzo, assume a dianteira na região Central do Estado, para conhecer as propostas da Associação dos Municípios da Região Central - AMCENTRO, liderada pelo prefeito de Jaguari, João Mário Cristofari, promovendo concorrido encontro em suas dependências, ontem, 11, a fim de ouvir a palestra do destacado líder municipalista sobre as ações e estratégias que estão sendo desenvolvidas no sentido de fortalecer econômica e institucionalmente os municípios brasileiros.

A exposição didática e competente do prefeito João Mário sobre os principais temas que mobilizam os mandatários municipais em todo o país serviu para mostrar e alertar aos presentes - empresários, vereadores, secretários municipais, profissionais liberais, líderes sindicais, comunicadores, de que as imensas dificuldades enfrentadas pelos municípios em bem atender as demandas da população têm razões mais profundas do que a inadequação da burocracia administrativa e eventual incapacidade gerencial dos gestores municipais. Destacou, ainda, com muita propriedade, o conflito entre prioridades governamentais com as necessidades locais, realidade que é mantida em decorrência dos acordos partidários que sustentam os governos estabelecidos, no âmbito do Congresso Nacional. Há, inclusive, uma proposta das lideranças municipalistas de exigir comprometimento com o tema, dos candidatos que concorrerão à presidência da República em 2014.

Ocorre que, a partir da Constituinte Cidadã de 1988, os municípios assumiram novos papéis e encargos, especialmente nas áreas da saúde, educação, assistência social, políticas públicas inclusivas, entre outras, sem que houvesse a correspondente contrapartida financeira para assegurar a integralidade e qualidade dos serviço a serem prestados à população demandante.

É bem verdade que cresceram muito as receitas municipais nas duas últimas décadas, não somente através das transferências constitucionais (Fundos, FPM, ICMS), como também através de repasses dos orçamentos estaduais e federal, através de convênios e emendas parlamentares, além de outros tipos de repasses que são determinados pelas prioridades desses entes federados, e que nem sempre coincidem com prioridades dos municípios. É preciso que se diga que os programas federais de aquisições centralizadas de materiais, equipamentos, construção de obras padronizadas (material escolar, computadores, ônibus, escolas, creches, ambulâncias etc.) para distribuição aos municípios têm se revelado equivocadas, estimuladoras de desvios éticos nos processos licitatórios,  custos elevados de logística de distribuição, enfraquecimento dos mercados locais, uniformização e padronização excessiva de marcas e, o que é mais relevante, nem sempre as obras e os bens recebidos se constituem em necessidade e prioridade do ente beneficiado.

O mais lógico e prudente é que na execução dos programas nacionais houvesse o repasse do recurso financeiro diretamente aos entes federados mediante o devido procedimento legal e a competente supervisão dos órgãos fiscalizadores locais - Câmara de Vereadores, Ministério Público e dos próprios cidadãos (Lei da Transparência). Essa é a questão central da luta municipalista - repactuar a distribuição das receita públicas arrecadadas através dos  impostos federais pois, hoje, 60 por cento fica com a União, 27 com os estados e 13 com os municípios. Mudar essa injusta repartição de receitas é uma luta que deve interessar a todos os brasileiros. As pessoas residem nos municípios em primeiro lugar, não moram no Estado e nem na União. O gasto do dinheiro público, em benefício do bem estar das pessoas, tem que se efetivar aqui com prioridades, parcimônia, eficiência e vigilância dos cidadãos. 

A confirmação da Lei dos Royalties que está no STF; a Reforma Tributária que está em discussão no Congresso Nacional; a regulamentação da Emenda 29 que consagra a o percentual de participação da União nas políticas de saúde; o fim das emendas parlamentares individuais, famigerado expediente de submissão dos parlamentares ao Executivo, mas que lhes garante sucessivas reeleições, conformam o elenco de revindicações do Movimento Municipalista Brasileiro.

Atendidas essas premissas, os municípios poderiam sair da situação de impotência para cumprir suas obrigações constitucionais pois, atualmente, são incapazes de atender as necessidades básicas da população nas áreas da saúde, educação fundamental, assistência à criança e aos idosos, saneamento básico, entre outras, e fomentar o desenvolvimento econômico e a geração de empregos.

A luta municipalista não pode ser uma missão exclusiva dos gestores municipais mas, sim, uma luta permanente de todos os que vivem nos municípios. O apelo do prefeito João Mário tem que encontrar eco nas Câmaras de Vereadores, organizações empresariais, sindicais patronais e trabalhadoras para ampliar o debate e a compreensão do significado da descentralização de recursos e da execução de políticas públicas para os municípios, como também a contrapartida que esses devem oferecer na qualidade da gestão pública, participação popular na definição das prioridades, atividade fiscalizatória dos vereadores e o compromisso com a transparência na execução orçamentária. 

Apreciei muito a iniciativa do Centro Empresarial de Santiago ao trazer esse tema para o conhecimento dos associados, assumindo o protagonismo de proporcionar aos setores empresariais e lideranças da comunidade santiaguense, promovendo o debate sobre uma questão de interesse de todos que, até então, se restringia aos fóruns de prefeitos. Ganhou o CES por voltar seus olhos ao interesse público e a AMCENTRO ao compartilhar suas bandeiras de luta e manifestar o desejo de parceria institucional.

Imagens: BeeBop

MPF INVESTIGA ABATE CLANDESTINO

"O Ministério Público Federal (MPF) abriu inquéritos civis públicos para investigar o abate clandestino de gado em cinco Estados: Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará e Rondônia." Leia o notícia completa no link abaixo:

http://www.pecuaria.com.br/info.php?ver=14065

Comentário!
A ação do Ministério Público Federal não atinge o território gaúcho. Aqui, felizmente, não existe abate clandestino de bovinos, ovinos, suínos e aves para fins comerciais, pois os serviços de fiscalização sanitária do Estado e dos municípios coíbem essa prática, que por não ser realizada em instalações adequadas e não contar com inspeção sanitária de responsabilidade de um médico veterinário, os produtos resultantes, quando comercializados in natura, podem colocar em risco a saúde dos consumidores. Os abates destinados ao consumo próprio, devidamente comprovado pela nota fiscal de movimentação, estão isentos de qualquer sanção fiscal.

Os serviços públicos de fiscalização sanitária não foram criados para perseguir bons produtores e abatedouros, muito antes pelo contrário, foram instituídos para defender a produção de qualidade e o processamento industrial em condições sanitárias adequadas, a fim de oferecer à população carnes de qualidade e livres de contaminantes que coloquem em risco a saúde da população consumidora.

Será verdade que os serviços municipais de fiscalização coíbem a comercialização de carnes sem a devida inspeção sanitária?

segunda-feira, 8 de abril de 2013

HOSPITAIS FILANTRÓPICOS PODEM TER ISENÇÃO DE ICMS SOBRE ALGUMAS DESPESAS


Projeto de lei de Redecker busca socorrer hospitais filantrópicos

Está tramitando na Assembleia Legislativa, o projeto de lei 24/2012, de autoria do deputado estadual Lucas Redecker, que isenta de ICMS as contas de água, luz, telefone e gás das entidades assistenciais e filantrópicas do Rio Grande do Sul. A medida visa, principalmente, ir ao socorro dos hospitais filantrópicos gaúchos, que enfrentam graves dificuldades financeiras.

“A situação dos hospitais filantrópicos gaúchos é gravíssima e eu estou me somando aqueles que buscam uma solução para o problema. A saúde é uma das áreas mais carentes de investimentos no RS e não podemos correr o risco de ficar sem essas entidades filantrópicas, que respondem por 75% dos atendimentos pelo SUS no Estado hoje”, disse o parlamentar.

O projeto de lei está tramitando na Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa, onde tem parecer favorável.

Fonte: Assessoria de Comunicação do Gabinete do deputado Lucas Redecker (PSDB)

PROJETO ALTERA REGRAS DAS ELEIÇÕES NAS CÂMARAS MUNICIPAIS

Meu vereador: projeto altera regras das eleições nas Câmaras municipais para cada bairro ter um representante


"A CCJ do Senado vai analisar na quarta-feira um projeto que modifica completamente as regras de eleições para vereador nas grandes cidades.
Autor da proposta, Aloysio Nunes quer instituir o sistema eleitoral majoritário nos municípios com mais de 200 000 habitantes. Ou seja, cada distrito da cidade teria, obrigatoriamente, um representante na Câmara local.
Os distritos seriam definidos pelo TSE, com base no banco de dados de eleitores, e precisarão ter níveis populacionais semelhantes, claro, para que uma região mais populosa não fique com o mesmo número de representantes do que outra, de menor porte.
Em suma, Aloysio sugere um formato em que o morador de cada bairro ou localidade saiba exatamente a quem procurar no Legislativo local. A ideia é baratear as campanhas, aproximar o eleitor de seus representantes e obrigar os partidos a reavaliarem a função de seus diretórios estaduais." 

No link, acima, a integra da notícia!

domingo, 7 de abril de 2013

A POLÍTICA E SUAS CIRCUNSTÂNCIAS

Do Blog do Políbio Braga: Em 7 de abril de 2013

"PMDB do RS dirá em Brasília, terça-feira, que apoiará a reeleição do candidato do PT em 2014

Apesar do desconforto de algumas lideranças gaúchas que ainda resistem ao PT, o presidente do PMDB do RS, deputado Edson Brum, dirá na terça-feira, em Brasília, no jantar preparado pelo vice-presidente Michel Temer a uma comitiva local, que já apoia o governo da presidente Dilma Roussef e fechará com o candidato do PT em 2014. Um dos coordenadores da reunião e defensor da decisão é o ex-deputado Eliseu Padilha, que também irá ao Jaburu.