sábado, 19 de outubro de 2013

RECADO AO DOUTOR JÚLIO CÉSAR PRATES

Não tenho por hábito responder a publicações em blogs ou no facebook, quando os autores baixam o nível com ofensas pessoais, palavras grosseiras ou impróprias, sobre questões que envolvem a minha atividade pública ou as opiniões que eventualmente emito no meu modesto blog ou em minha página pessoal no facebook.

Fiz comentário casual no facebook, cujo teor foi reproduzido pelo doutor Júlio Prates, onde expressei minha impressão de que ele tinha preferência pessoal pelos nomes de Marco Peixoto e Paulo Saciloto, para concorrerem a prefeito e vice, respectivamente, nas eleições de 2016. Apenas disse que essa era a MINHA IMPRESSÃO e que os nomes citados eram os da SUA PREFERÊNCIA PESSOAL. Nada mais do que isso! Todavia, é preciso que se diga que essa impressão foi decorrente de leituras que fiz no seu concorrido blog e de comentários que ouvi de pessoas da comunidade, em diferentes oportunidades. Acho que fui induzido a erro de avaliação, o Marco e o Paulo não são os candidatos da preferência do doutor Júlio Prates.

Agora, o que me causou estranheza foi a reação desmedida do ilustre causídico. Não precisava exagerar na defesa de sua vida espartana e honrada, a qual em nenhum momento fiz qualquer referência. Mais graves ainda foram as suas considerações políticas e pessoais que me atingem. A essas não vou responder, pois já houve muitas outras e até com termos mais carregados e injustos.

Gostaria de dizer que não me senti incomodado com sua opinião sobre a posição política que assumirei ou não, como filiado ao PSDB, no apoio às candidaturas majoritárias em nosso Estado. É a sua opinião e tem, portanto, todo o direito de expressá-la e dizer o que pensou!

Doravante não farei nenhuma citação ou referência ao seu nome, às suas postagens e a eventuais trabalhos publicados de sua lavra. Agirei, assim, em respeito à sua família e as demais pessoas da nossa comunidade que prezam o bom diálogo e o debate de ideias, de forma límpida, serena e respeitosa. Isso não significa que suas digressões agressivas me intimidem ou vão fazer com que silencie sobre questões de interesse na nossa gente santiaguense.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

CAR - CADASTRO AMBIENTAL RURAL - CURSO DE CAPACITAÇÃO EM SANTIAGO

palestrante
 Engenheiro Agrônomo Ivo Lessa Silveira Filho, formado pela UFRGS, com Pós-Graduação em Gestão do Agronegócio (UFRGS), Pós-Graduação em Gestão Ambiental (ULBRA); Consultor Técnico na Área Ambiental da FARSUL, Membro do Conselho Estadual de Meio Ambiente, Conselheiro do IRGA (Instituto Riograndense do Arroz) pelo município de Guaíba/RS; Conselheiro do CREA/RS e membro da Câmara de Agronomia. Participa das discussões sobre o Código Florestal desde 2008.
evento
 A Sociedade dos Engenheiros, Arquitetos, Agrônomos e Geólogos de Santiago - SEAGROS, em parceria com a Sociedade de Agronomia do Rio Grande do Sul - SARGS, está realizando no dia 30 de novembro de 2013, das 8 às 17h, o curso sobre a implantação do CAR - Cadastro Ambiental Rural nas dependências do Sindicato Rural, Av. Getúlio Vargas, 1470 – Centro - Santiago, RS. O curso terá carga horária de 8 horas e como público alvo: profissionais que atuam na área ambiental, Engenheiros Agrônomos, estudantes de graduação e outros do Sistema CONFEA/CREA.








CONTEÚDO
1- Definições e conceitos;
2- Regra geral e regra transitória;
3- Lei Federal 12.651/2012
- Capítulo I – Disposições transitórias
- Capítulo II – Áreas de preservação permanente
- Capítulo III – Áreas de uso restrito
- Capítulo IV – Área de reserva legal
- Capítulo V – Supressão de vegetação para uso alterna­tivo do solo
- Capítulo VI – Cadastro ambiental rural
- Capítulo VII – Exploração florestal
- Capítulo VIII – Controle de origem de produtos florestais
- Capítulo IX – Proibição do uso do fogo e do controle dos incêndios
- Capítulo X – Programa de apoio e incentivo à preserva­ção e recuperação do meio ambiente
- Capítulo XI – Controle do desmatamento
- Capítulo XII – Agricultura familiar
- Capítulo XIII – Disposições transitórias e finais
4 - Preenchimento do CAR – Cadastro Ambiental Rural.
INFORMAÇÕES: sargs@sargs.com.br   (51) 9338-3000

A PRODUÇÃO DE ALIMENTOS SEGUROS E O CONTROLE DOS RESÍDUOS DE AGROTÓXICOS

No próximo dia 8 de novembro haverá, na Câmara Especializada de Agronomia do CREA, em Porto Alegre, uma reunião sobre a Produção de Alimentos Seguros e o Monitoramento de Resíduos de Agrotóxicos no Rio Grande do Sul, organizada pelo CREA/RS e Ministério Público Estadual, com objetivo de implementar as propostas debatidas no seminário estadual realizado anteriormente na Assembleia Legislativa do nosso Estado.

Consta na pauta do evento:

1. Apresentação dos trabalhos executados pelas instituições que fazem parte do Termo de Ajuste de Conduta - TAC referente ao Monitoramento de Resíduos de Agrotóxicos;

2. Discussão dos resultados apresentados e planejamento de ações visando aperfeiçoar o controle de resíduos de agrotóxicos em hortigranjeiros visando oportunizar a oferta de alimentos seguros aos consumidores do RS;

3. Debates sobre a necessidade de alternativas de controle fitossanitário às pequenas culturas da agricultura familiar.

O Termo de Ajuste de Conduta celebrado entre o Ministério Público do RS e diversas entidades públicas e privadas que atuam no setor hortifrutigranjeiros se justifica em função dos enormes riscos a que estão sujeitos os consumidores de alimentos, quando esses são produzidos com o concurso de agrotóxicos para obterem ganhos de produtividade, mas sem observarem o correto uso desses insumos com relação à adequação dos princípios ativos, dosagens e prazos de carência recomendados pela assistência técnica, para cada cultura.  

É dever do Estado garantir a oferta de alimentos seguros à população.


A ESCOLINHA DA PROFESSORA DILMA


Fonte: Aroeira, via blog do Josias de Souza

terça-feira, 15 de outubro de 2013

DIA DO PROFESSOR

Hoje, 15 de outubro, é a data convencionada para celebrar e homenagear os professores, os nossos mestres na apropriação do conhecimento, de princípios e valores éticos e morais que nos tornam seres humanos melhores, solidários e capazes de amar, empreender, indagar, questionar, planejar, pesquisar, propor, criticar, elogiar, conquistar e criar os meios de produção e de entretenimento que asseguram a fruição das nossas vidas, com qualidade e plenitude.

Desde muito cedo o professor orienta a nossa trajetória, agora também desde os seis meses de vida, nos primeiros passos, literalmente, acompanha de forma compartilhada com os pais. Nas creches e escolas infantis, nossas crianças recebem a orientação qualificada, segura, complementar e de fundamental importância para o desenvolvimento das funções cognitivas e formação de hábitos comportamentais que lhes proporcionem viver equilibrada e conscientemente nos ambientes familiares e comunitários.

São esses profissionais que saudamos hoje, mas que devemos reverenciar todos os dias, pela importância transcendental que tiveram e têm nas nossas vidas. 

Ao revisitar a memória surgem os nomes de muitos professores e professoras que influenciaram as minhas escolhas, o caráter, a conformação da minha personalidade e o acesso às ferramentas que proporcionaram o exercício profissional ao longo de muitas décadas.

São muitos os mestres que gostaria de lembrar e citar e, em nome deles, homenagear a todos os atuais professores: Eny, Iara, José, Milton, Rosalvo, Maria, Pedro, João, Carlos, Milton, Julieta, Cícero, Jorge, Élio, Juarez, Carlos Humberto, Gibsy, Adriane, Ione, Ema, Paulo, Antônio, Rodrigo, Gumercindo, João Érico, Luiz, Dirceu, Silvio, Marília, Vera, Márcia, Jussara, Marcos, Rubens, Nilson...

Parabéns, Professores!

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

"BOLHA IMOBILIÁRIA" NO BRASIL?

"Vencedor do Nobel de Economia fez alerta sobre bolha imobiliária no Brasil

Um dos vencedores do prêmio Nobel de Economia, Robert Shiller, afirmou no mês passado que o Brasil pode estar vivendo um bolha imobiliária semelhante a vivida pelos Estados Unidos, e que deu origem a crise econômica de 2008.

Ele ganhou o prêmio Nobel de Economia junto com outros dois professores da universidade de Chicago.

Durante apresentação em evento no país, o economista levantou suspeitas sobre uma alta sem explicação nos preços dos imóveis.

"Suspeito que haja uma bolha imobiliária no Brasil. Os imóveis mais que dobraram de preço no Rio de Janeiro e em São Paulo nos últimos cinco anos [segundo números da pesquisa FipeZAP]. O que aconteceu em cinco anos de tão dramático para os preços subirem assim? A inflação não foi muito menor? Os preços caíram 25% em Los Angeles e Nova York no mesmo período. E por que os preços no Brasil foram para cima ininterruptamente?", disse.

"Não posso cravar que exista uma bolha no Brasil"
Apesar dos indícios apontados, Shiller afirmou que não poderia ter certeza sobre uma bolha imobiliária em andamento no país.

"Eu não posso cravar que exista uma bolha no Brasil porque não conheço a fundo as características do mercado local. Mas comparando os dados brasileiros com os de outros países, posso dizer que a alta sugere cautela. Os preços dos imóveis no Japão tiveram o mesmo movimento na década de 1980 e depois, no início dos 1990, começaram a cair sem parar e perderam dois terços do valor até agora. São pessoas que investem em imóveis, não são "hedge funds". Você acha que os preços dobraram por fundamentos econômicos ou por um movimento psicológico?"

"Eu não investiria no mercado imobiliário brasileiro"

Ainda de acordo com a apresentação feita no país no mês passado, o professor de Yale afirmou que não investiria em imóveis no Brasil.

"É preciso evitar ativos caros, seja nas ações ou no mercado imobiliário. Eu não investiria no mercado imobiliário brasileiro. Os mercados financeiros são empurrados a comprar bolhas apesar de elas acontecerem com tanta regularidade e causarem tantos prejuízos. Sempre há novas bolhas", declarou.

Economista previu bolha imobiliária nos EUA

Na década de 1980, Shiller ajudou a criar o índice S&P/Case-Shiller, o primeiro indicador de preços dos imóveis do mercado americano e ainda hoje a principal referência dos valores praticados no país.

A partir de 2005, Shiller começou a falar abertamente sobre a bolha no mercado imobiliário americano – a crise do subprime eclodiu três anos depois e ainda se faz sentir ao redor do mundo."

Leia a íntegra da notícia, com imagens, no site, abaixo:

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

A SAÚDE DO HOSPITAL TEM QUE SER... PARTE III

O jornalista e advogado Júlio César de Lima Prates postou, em seu blog, uma contestação muito inteligente a cerca do despretensioso artigo que publiquei sobre necessidade de preservação do nosso Hospital de Caridade dos contenciosos destrutivos, como os que estão ocorrendo com maior intensidade na mídia virtual e, também, através de demandas judiciais na Comarca de Santiago.

Nas minhas avaliações de cidadão responsável e preocupado com o fortalecimento da instituição de saúde, identifiquei como causas principais determinantes do clima de animosidade existente, o comportamento social mais exigente, a frustração de expectativas por serviços de saúde aquém do esperado e propagandeado e a postura do administrador  com foco no paciente-eleitor potencial.

O ilustre sociólogo e causídico, Júlio Prates, na sua postagem em defesa do amigo administrador e na tentativa de desviar o foco da questão central que abordei nas minhas duas postagens sobre a saúde da instituição hospitalar, politiza o debate entre oposição e situação, avançando para o terreno das estratégias, arranjos e conchavos partidários para quebrar a hegemonia pepista em Santiago, em futuros pleitos municipais.

Não deixa de ser uma ideia brilhante do dr. Júlio que, inegavelmente é o melhor analista político da região, atrair um importante quadro partidário da situação (PP) - o atual administrador do Hospital, provocando mais um racha no PP para, assim, fortalecer a "causa oposicionista". Aduzindo, ainda, de que eu talvez não tivesse lido a Arte da Guerra, de Sun Tzu, e, talvez por isso tenha errado ao questionar a possível militância política do administrador do Hospital. No caso presente, seria irrelevante ter ou não lido a obra, pois a minha preocupação não teve o condão de fazer uma crítica política ao poder dominante e tão somente reafirmar que o HCS, por ser uma entidade filantrópica e essencial à vida das pessoas de todas as idades, crenças e princípios, tem que ficar, sempre, à margem das idiossincrasias e da mesquinhez do processo político-partidário local.

Na verdade, dr. Júlio, eu li a obra citada, e sou obrigado a fazer uma confissão, o livro me foi emprestado pelo dr. Nelson Goelzer Filho, há muitos anos, tem o número 1254, do registro de sua biblioteca particular. Embora conste na sobrecapa a data de devolução, isso ainda não ocorreu... todavia pretendo devolvê-lo e ser perdoado pelo dr. Nelson, bem como obter anistia do "crime de lesa-biblioteca", pelo transcurso do prazo prescricional.