Autor: MIGUEL / Editoria de Arte / JC
Fonte: http://jconlineinteratividade.ne10.uol.com.br/charge/2014,03,21,index.html#ch
sexta-feira, 21 de março de 2014
quinta-feira, 20 de março de 2014
quarta-feira, 19 de março de 2014
RISCO DE INCÊNDIO NO PLANALTO
A chama da alegria: publicado por Wilian Medeiros
Fonte: http://www.magnospaulo.blogspot.com.br/2014/03/humor_14.html
O QUE DIZEM SOBRE A PETROBRAS
http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2014/03/19/o-comissariado-destruidor-528091.asp
(...)
"O que há no governo é mais do que má gerência. É uma fé infinita na empulhação, ofendendo a inteligência alheia."
O comissariado destruidor
Elio Gaspari, O Globo
Quando a doutora Dilma assumiu a Presidência, uma ação da Petrobras valia R$ 29. Hoje ela vale R$ 12,60. Somando-se a perda de valor de mercado da Petrobras à da Eletrobras, chega-se a cerca de US$ 100 bilhões.
Isso significa que a gestão da doutora comeu um ervanário equivalente à fortuna do homem mais rico do mundo (Bill Gates, com US$ 76 bilhões), mais a do homem mais rico do Brasil (Jorge Paulo Lemann, com US$ 19,7 bilhões). Noutra conta, a perda do valor de mercado das duas empresas de energia equivale à fortuna dos dez maiores bilionários brasileiros.
Se o governo da doutora Dilma deve ser avaliado pela sua capacidade executiva, o comissariado petista contrapõe ao conceito de “destruição criadora” do capitalismo a novidade da destruição destruidora. No caso do preço dos combustíveis, de quebra, aleijou o mercado de produção de álcool.
(...)
"O que há no governo é mais do que má gerência. É uma fé infinita na empulhação, ofendendo a inteligência alheia."
Leia a íntegra do artigo de Elio Gaspari no link, acima:
segunda-feira, 17 de março de 2014
CRISE POLÍTICA: PMDB SE AFASTA DO PT
"Antecipado pelo ucho.info, motivo da grave crise política liderada pelo PMDB é o plano totalitarista do PT
Esquerda, volver – A cerimônia de posse de seis novos ministros, nesta segunda-feira (17), foi uma prova incontestável de que a crise política que separa o Palácio do Planalto e o PMDB ainda não acabou e o fim está aparentemente distante. No evento comandado pela presidente Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto, não compareceram o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, e a bancada do PMDB na Casa legislativa.
A rebelião da base aliada, comandada pelo deputado federal Eduardo Cunha (RJ), líder do PMDB na Câmara, impôs muitas derrotas ao governo petista e não será com cargos que a crise será estancada, como imaginavam os palacianos. Isso porque, como antecipou o ucho.info com exclusividade, na mira dos descontentes está o projeto do PT de se transformar em partido hegemônico no caso de vitória de Dilma nas urnas de outubro próximo.
O PT, como sabem os leitores, tem um projeto totalitarista de poder e há muito dá sinais claros de que o Brasil caminha na direção de um regime de exceção. Como noticiamos, o PT intenta sufocar todos os outros partidos no Congresso Nacional, em especial na Câmara, a partir do próximo mandato presidencial, começando pelo PMDB, que cada vez mais faz o governo refém da legenda.
O projeto petista passa pelo contingenciamento no pagamento das emendas parlamentares, principalmente em estados estratégicos em termos eleitorais, o que permitira ao PT eleger a maior bancada da história, o que garantiria não apena hegemonia, mas independência. Situação semelhante à da vizinha e combalida Venezuela, onde os parlamentares que fazem oposição ao governo de Nicolás Maduro não têm força.
O PMDB, nas últimas décadas trocou a ideologia pelo fisiologismo, se deu conta do perigo com muito atraso, o que obrigou o partido a deflagrar uma rebelião. O escolhido foi Eduardo Cunha, que conta com o apoio da cúpula da legenda, passando pelo vice-presidente da República, Michel Temer, o senador Valdir Raupp (presidente nacional do partido) e o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho, que vem sinalizando apoio ao tucano Aécio Neves.
A queda de braços entre os palacianos e os peemedebistas é admitida pelo líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (CE), que afirmou estar trabalhando para acabar com o problema o quanto antes. Acontece que o motivo da intifada vai além da concessão de cargos e liberação de verbas, o que faz com que uma solução seja considerada difícil, pelo menos por enquanto."
Fonte: http://ucho.info/?p=80110
MERCADO DE IMÓVEIS NO BRASIL INDICA QUEDA NOS PREÇOS
"O medo da bolha no mercado comercial de imóveis
- Especialistas admitem que já existe queda de preços em algumas regiões da cidade, mas se dividem sobre o volume que essa redução Imprimir
RIO - Aluguéis tão caros que expulsam comerciantes tradicionais das lojas que ocupavam há anos na Zona Sul, dificuldade de ocupar salas comerciais — a taxa de vacância desses imóveis fechou 2013 em 18,9% no Rio, segundo pesquisa da consultoria Cushman & Wakefield —, número menor de lançamentos no setor. Seriam indícios de uma bolha imobiliária no mercado comercial? Especialistas ouvidos pelo Morar Bem se dividem.
Para o economista Luís Carlos Ewald, da Fundação Getulio Vargas, esses são indicativos brutais de que os preços dos imóveis subiram muito e podem, sim, cair.
— O mercado comercial está muito ligado à economia do país. Se ela vai bem, ótimo. Mas houve um aumento em progressão geométrica dos preços e com o desenvolvimento medíocre desse momento e as incertezas do que vem pela frente, quem vai investir num novo imóvel para a empresa? As pessoas pararam de comprar porque não têm mais condições financeiras de pagar esses valores. Subiu demais? Vai ter que cair — diz Ewald.
Já o economista Marcus Vinícius Valpassos, da Galanto Consultoria, não vê bolha. Embora, já tenha percebido uma diminuição nos preços:
— Há pelo menos um ano o mercado comercial está mais devagar. Cheguei a ver 10 inquilinos na fila de espera para um mesmo imóvel no Leblon. Em regiões como a Barra, houve um grande número de lançamentos que não foram absorvidos. E, em regiões mais consolidadas, como a Zona Sul e Centro, houve uma inflada nos preços pedidos, mas depois do arrefecimento da demanda, esses preços já começaram a diminuir. Mas, não acho que seja uma bolha ou que os preços vão despencar. É uma correção apenas.
Economista do Ibmec, Gilberto Braga também não acredita em bolha. Para ele, existe uma superoferta de imóveis comerciais, o que faz com que o estoque cresça. Mas, segundo ele, esse não seria um indicativo de queda de preços.
Mesmo com redução de lançamentos, vacância chegou a 18,9% no quarto trimestre de 2013
De fato, nos últimos três anos, houve um grande número de lançamentos comerciais. Segundo a Associação dos Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ) foram 18.248 unidades em toda a cidade — 55,5% delas, ou 10.131, apenas em 2011. Ou seja, após atingir o pico naquele ano, o mercado de comerciais começou a perder força. Foram 3.071 unidades lançadas em 2012 e 5.046 no ano passado.
— Em 2010, 2011, o índice de vacância era muito baixo e a demanda por imóveis comerciais crescente, mas o mercado todo começou a produzir, alguns desses imóveis já foram entregues e com a timidez da economia, eles acabam ficando vazios — explica João Paulo Matos, presidente da Ademi.
A pesquisa feita anualmente pela Cushman & Wakefield mostra que a taxa de vacância realmente cresceu muito. Antes de atingir os 18,9% no quarto trimestre do ano passado, foi de 12,1% no mesmo período de 2012, e de 8,1% em 2011.
Presidente da Patrimóvel, Rubem Vasconcelos admite que há realmente uma superoferta de imóveis comerciais em algumas regiões da cidade, mas acredita que o próprio mercado vai se regular. E acrescenta que a partir de agora os incorporadores devem ficar mais seletivos antes de fazer seus lançamentos:
— Eles vão ter que escolher melhor os terrenos, fazer um bom conceito do empreendimento. Há três anos, o importante era ter mercadoria porque a demanda era forte e tudo se vendia no lançamento. Agora, é preciso definir para quem se quer vender antes.
João Paulo Matos, da Ademi concorda e refuta a ideia de bolha. Para ele, é preciso diferenciar superoferta, sobrepreço e bolha.
— Se a situação econômica durar muito tempo, o preço até pode cair realmente, mas isso não significa bolha, até porque ainda existe muito crédito e isso é fundamental. Bolha é algo generalizado que acontece quando grande parte das pessoas e empresas está endividada e o volume de financiamentos é alto demais. No Brasil, ele é 8% do PIB apenas. O que existe aqui é sobrepreço em algumas regiões, como a Zona Sul, e superoferta em outras — diz Matos."
Fonte:
http://oglobo.globo.com/economia/imoveis/o-medo-da-bolha-no-mercado-comercial-de-imoveis-11881865#ixzz2vzgVCx7v
quinta-feira, 6 de março de 2014
BALANÇA COMERCIAL TEM DÉFICIT HISTÓRICO EM 2014
Balança comercial tem rombo de US$ 2,1 bilhões, recorde para fevereiro
O déficit comercial é fruto de exportações da ordem de US$ 15,934 bilhões; e importações de US$ 18,059 bilhões
SÃO PAULO - A balança comercial brasileira registrou saldo negativo de US$ 2,125 bilhões em fevereiro, segundo divulgou nesta terça-feira, 6, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC). O déficit comercial é fruto de exportações da ordem de US$ 15,934 bilhões; e importações de US$ 18,059 bilhões. Foi o pior resultado para o mês da série histórica do MDIC, iniciada em 1994.
O resultado, embora negativo, foi melhor que o de janeiro, quando houve o maior rombo da história. Os dados deste mês também vieram melhor do que o esperado pelos analistas do mercado.
No acumulado do primeiro bimestre de 2014, o saldo ficou negativo em US$ 6,183 bilhões, também o pior resultado para um primeiro bimestre. As exportações no ano somam US$ 31,960 bilhões e as importações, US$ 38,143 bilhões. O secretário de comércio exterior do MDIC, Daniel Godinho, disse que os problemas enfrentados pela Argentina e pela Venezuela ainda não afetaram a balança comercial brasileira com estes países. O Brasil registra superávit comercial com os dois parceiros no primeiro bimestre de 2014.
Godinho reafirmou que sua expectativa é de crescimento das exportações nos próximos meses. Segundo ele, as vendas externas no primeiro bimestre de 2014, de US$ 31,960 bilhões, tiveram o segundo melhor resultado para o período na série histórica.
O secretário avaliou que o aumento da quantidade embarcada de produtos básicos deve compensar a queda nos preços de commodities. "O cenário para este ano é de queda. Mas temos que ver o comportamento para cada um dos produtos. Alguns preços em queda estão sendo compensadas pelas quantidades exportadas", afirmou.
Godinho disse ainda que deve haver aumento, por exemplo, na quantidade de exportação de minério de ferro. "A demanda chinesa ainda é muito aquecida", disse.
Exportações e importações. Fevereiro de 2014 teve 22 dias úteis, ante 18 dias em fevereiro de 2013, o que causa algumas aparentes distorções. As exportações brasileiras registraram aumento de 2,5% no mês passado em relação a fevereiro de 2013, mas pela ótica da média diária houve queda de 7,8%.
No acumulado do primeiro bimestre, as vendas externas acumulam alta de 1,4% em relação ao mesmo período do ano passado, mas pela média diária caem 3,4%.
As compras no exterior de combustíveis e lubrificantes aumentaram 7,9% em relação a fevereiro de 2013, mesmo com a base de comparação elevada. Em fevereiro de 2013, as importações foram reforçadas em US$ 860 milhões pelo registro atrasado de operações realizadas pela Petrobrás em 2012.
As importações de bens de consumo subiram 2% enquanto que as compras de bens de capital caíram 13,1% e as de matérias-primas e intermediários tiveram retração de 5,1%. Nas importações, o crescimento registrado no mês passado foi de 7,3% ante fevereiro de 2013, mas tiveram queda de 3,4% pela média diária.
Nos dois primeiros meses desse ano, o Brasil aumentou suas compras no exterior em 3,6%, mas pela média diária há uma retração de 1,4%."
Fonte:
Leia a notícia completa no linK, abaixo:
http://economia.estadao.com.br/noticias/economia-geral,balanca-comercial-tem-rombo-de-us-2-1-bilhoes-recorde-para-fevereiro,179047,0.htm
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