sexta-feira, 24 de outubro de 2014
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
Até o vice de Tarso Genro vai votar em Aécio Neves...
Jornalista Polibio Braga: Até o vice de Tarso Genro vai votar em Aécio Neves...: O vice-governador Beto Grill, vice socialista de Tarso, decidiu abrir o voto contra Dilma e a favor de Aécio. Veja seu post desta noite...
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
Jornalista Polibio Braga: Economia gaúcha sob Tarso cresceu 48,46% menos do ...
Jornalista Polibio Braga: Economia gaúcha sob Tarso cresceu 48,46% menos do ...: A economia do Rio Grande do Sul não avançou no atual governo. Pelo contrário, estancou processo de crescimento do Produto Interno Bruto (...
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
SEMINÁRIO SOBRE RESÍDUOS DE AGROTÓXICOS EM ALIMENTOS
Seminário sobre monitoramento de agrotóxicos em alimentos começa amanhã, em Porto Alegre, 09 do corrente. Em boa hora as autoridades governamentais da área da saúde se mobilizam para adotar políticas públicas de monitoramento da qualidade dos alimentos ofertados aos brasileiros que vivem na região Sul, através da análise de resíduos de agrotóxicos. Vou participar do seminário.
Seminário sobre monitoramento de agrotóxicos recebeu inscrições até dia 26
Produção monitoramento de alimentos são pautas do seminário - Foto: Claudio Fachel/Palácio Piratini
Estão abertas até o dia 26 de setembro as inscrições para o III Seminário da Região Sul do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (PARA). O evento tem como tema "Boas Práticas e Alimento Seguro" e acontecerá nos dias 9 e 10 de outubro em Porto Alegre, com organização da Secretaria Estadual da Saúde (SES/RS).
O PARA é um programa de monitoramento de ações e conscientização dos produtores e existe desde 2001. É coordenado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), com os Laboratórios Centrais de Saúde Pública (Lacen) e as Vigilâncias Sanitárias.
O seminário ocorre no Hotel Continental (Largo Vespasiano Júlio Veppo, nº 77) e é aberto ao público, com limite de 300 vagas. É necessário preencher a ficha de inscrição e enviar para o e-mail alimentos-dvs@saude.rs.gov.br.
Confira a programação (sujeita a alterações):
9/10
Manhã:
9h – 9h45 - Palestra: Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos - Para. Abordagem da estrutura do programa, resultados e contexto intersetorial.
10h – 12h30 - Painel 1: Ações do setor da saúde relacionadas ao uso de agrotóxicos na produção primária de alimentos (água, alimentos, saúde do trabalhador).
Tarde:
14h – 15h45 - Painel 2: Ações do setor agrícola relacionadas ao uso de agrotóxicos na produção primária de alimentos (receituário agronômico, responsabilidade técnica, análise na produção).
16h25 – 18h: Painel 3: Ações do setor de meio ambiente (cadastro estadual, embalagens/logística reversa, depósitos de agrotóxicos, aviação agrícola).
10/10
Manhã:
9h – 10h20 - Painel 4: Ações do Fórum de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos.
10h40 – 12h30: Painel 5: Ações do Ministério Público relacionadas ao uso de agrotóxicos na produção primária de alimentos.
Tarde:
14h – 15h - Painel 6: Boas práticas agrícolas e rastreabilidade
16h – 16h - Painel 7: Alternativas ao uso de agrotóxicos e agroecologia
terça-feira, 7 de outubro de 2014
BRASIL E O FMI : QUEM GANHA E QUEM PERDE
Marxistas tem um seríssimo complexo de inferioridade. Por isso, suas propostas políticas muitas vezes tendem a refletir esse tipo de problema. Agora, o mote da vez, adotado pelo PT, é o seguinte: "Nos tempos de FHC o Brasil se rebaixava ao FMI, agora isso não acontece, e ainda parte parte de um "banco de desenvolvimento" do BRICS".
O eleitor incauto as vezes cai na conversa, mas e se alguém resolver perguntar: "Que raios eu ganho com isso?".
Na verdade, como sempre, o PT engana o eleitor, pois FHC recorreu ao FMI para estabilizar a economia brasileira. Uma pena que a incompetência petista tenha comprometido esta estabilização, prejudicando a vida do povo com a volta da inflação.
A única coisa que o PT fez foi trocar a dívida externa por dívida interna, sendo que os juros internos são muito superiores. É por isso que o Brasil gasta mais cerca de 1 bilhão de reais por dia somente com juros da dívida pública (considerando os dias úteis). Quer dizer, o governo está torrando R$ 250 bilhões por ano somente em juros da dívida pública.
Quem está ganhando com isso? Somente quem empresta dinheiro aqui no Brasil. Cadê o partido que finge representar os pobres?
E quando a fundação do tal banco dos BRICS? Nem sequer a sede ficou no Brasil. No máximo, o Brasil está mandando dinheiro (que noz faz falta) para o exterior, geralmente para financiar republiquetas tiranas como Venezuela e Cuba.
O melhor é ver o texto A grande mentira do pagamento da dívida externa:
Outro ótimo texto da Folha de São Paulo, Dívida pública Federal atinge recorde de R$ 2,12 trilhões, é de assustar:
Está aí a prioridade do governo do PT: jogar dinheiro fora e endividar o Brasil, reduzindo nossa competitividade. Este é mais um dos motivos pelos quais todos os outros países emergentes crescem mais que o Brasil.
Qual a vantagem em transferir a dívida externa para uma dívida interna? Só por que o PT acha bonitinho falar isso? Tudo isso mesmo que nada resulte de benefício para a população.
Eis a pergunta: quem está ganhando com essa "vantagem" apregoada pelo PT? Só se for o próprio partido, pois o povo está sendo deliberadamente prejudicado (como os números já mostraram) por uma política desastrosa e atrasada, típica de governos bolivarianos.
Fonte: Ceticismo Político: lucianohenrique | 7 de outubro de 2014
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quarta-feira, 1 de outubro de 2014
AGROTÓXICOS: NOTA DE REPÚDIO A PROJETO DE LEI NO RS
Fórum Gaúcho de Combate aos Agrotóxicos repudia tramitação
Embalagens de Agrotóxicos
Créditos: Agência Brasil
O Fórum Gaúcho de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos, do qual o CREA-RS é um dos signatários, emitiu, nesta segunda-feira (29) nota de repúdio ao Projeto de Lei nº 154/2014, em tramitação na Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul. O projeto, de autoria do deputado estadual Marlon Santos (PDT), trata dos depósitos de agrotóxicos, que, caso aprovado, “poderão instalar-se e/ou operar, independentemente da distância de residências, em zonas rurais, urbanas mistas, comerciais ou industriais, em consonância com o Plano Diretor do Município e demais Leis municipais de parcelamento do solo urbano ou do Estatuto da Cidade”.
De acordo com a nota, o texto do PL afasta condição legalmente imposta ao licenciamento de depósitos de agrotóxicos pela Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luiz Roessler (Fepam). O limite atualmente é de 30 metros em relação a residências, que se justifica, de acordo com a nota, principalmente em virtude da emissão de substâncias voláteis nestes depósitos, além do risco de incêndio e de acidentes com os caminhões que abastecem os depósitos.
Em matéria publicada no início de agosto sobre o Projeto de Lei, o autor da proposta afirmou que o objetivo é assegurar condição comercial do agrotóxico, oferecendo garantias de livre concorrência e livre iniciativa, em contraposição a atos do Executivo, que em sua opinião, seriam “exagerados”. Marlon Santos citou justamente a portaria da Fepam, que, segundo ele, desconsidera o fato de que são as embalagens asseguram a proteção necessária a quem as manuseia, independentemente da distância em que são colocadas de residências ou estabelecimentos comerciais.
O projeto tramita atualmente na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa e aguarda parecer do relator designado, o deputado estadual João Fischer (PP), desde o dia 5 de agosto.
Confira abaixo a nota, na íntegra:
Nota de Repúdio ao Projeto de Lei Estadual nº 154/2014
O Fórum Gaúcho de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos, espaço permanente, plural, aberto e diversificado, que visa a debater questões relacionadas aos impactos negativos dos agrotóxicos e produtos afins na saúde do trabalhador, do consumidor, da população e do meio ambiente, possibilitando a troca livre de experiências e a articulação em rede da sociedade civil, instituições e Ministério Público, vem, por meio desta Nota, manifestar-se veementemente contra o Projeto de Lei nº 154/2014, que tramita na Assembleia Legislativa, mormente em face de seu art. 2º, o qual estabelece que os depósitos de agrotóxicos “poderão instalar-se e/ou operar, independentemente da distância de residências, em zonas rurais, urbanas mistas, comerciais ou industriais, em consonância com o Plano Diretor do Município e demais leis municipais de parcelamento do solo urbano ou do Estatuto da Cidade”, afastando condição legalmente imposta pela Fepam ao licenciamento de depósitos de agrotóxicos.
O distanciamento mínimo de 30 metros exigido pela Fepam atende aos princípios da precaução e da prevenção, dando concretude aos direitos fundamentais ao meio ambiente ecologicamente equilibrado e à saúde. Justifica-se, principalmente, em virtude da emissão de substâncias voláteis pelos produtos armazenados – as quais causam sérios prejuízos à saúde das pessoas que residem nas imediações dos depósitos -, além do risco de incêndio, com a consequente emissão de fumaça tóxica nos arredores, e o risco de acidentes com os caminhões que abastecem os depósitos. Nesse sentido já se manifestaram a Fepam, através do Parecer Técnico sobre o Projeto de Lei nº 154/2014, de julho de 2014; e a EMATER/RS, em Nota Técnica de agosto do corrente ano.
O Fórum Gaúcho de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos confia na rejeição, pela Assembléia Legislativa do Estado, do referido projeto, que representa enorme retrocesso na proteção ao ambiente e à saúde dos gaúchos.
Porto Alegre, 26 de setembro de 2014.
As entidades que compõem o Fórum Gaúcho de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos são as seguintes: Associação Brasileira de Agroecologia; ANAC; Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural -AGAPAN; Brigada Militar; Centrais de Abastecimento do RS -CEASA/RS; Centro de Apoio ao Pequeno Agricultor -CAPA – Núcleo de Pelotas; Centro de Referência em Saúde do Trabalhador – CEREST – POA; Centro Ecológico; Comissão de Produção Orgânica do Estado do RS- CPOrg/SFA/RS; Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável do RS –CONSEA/RS; Conselho Estadual de Saúde; Conselho Regional de Engenharia e Agronomia –CREA/RS; Conselho Regional de Medicina do Estado do RS – CREMERS; Conselho Regional de Nutricionistas- 2ª Região; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – EMBRAPA; Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural – EMATER; Escola de Saúde Pública do RS; Federação dos Trabalhadores na Agricultura do RS – FETAG; Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luiz Roessler – FEPAM; FUNDACENTRO-RS; Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA; Instituto de Pesquisas Biológicas – Laboratório Central de Saúde Pública do Estado/Fundação – Estadual de Produção e Pesquisa em Saúde – IPB-LACEN-FEPPS; Pontifícia Universidade Católica do RS – PUCRS; Movimento dos Pequenos Agricultores; Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul; Ministério Público do Trabalho – Procuradoria Regional do Trabalho da 4ª Região/RS; Ministério Público Federal – Procuradoria da República no RS; OAB/RS; Pastoral da Ecologia da CNBB – Sul III-RS; Polícia Federal – Superintendência Regional/RS; PROCON-RS; Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócios do Rio Grande do Sul –SEAPA/RS; Secretaria de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo/RS; Secretaria Estadual da Saúde; Secretaria Estadual de Meio Ambiente; Superintendência da Receita Federal do Brasil/RS; Superintendência Federal de Agricultura – MAPA; Superintendência Regional do Trabalho e Emprego/RS e Universidade Federal do Rio Grande do Sul- UFRGS.
Fonte: Sul 21 (Com informações do MPT/RS),
Publicado no site do CREA/RS: http://www.crea-rs.org.br/
sábado, 6 de setembro de 2014
ADIAMENTO DAS ELEIÇÕES GERAIS
O adiamento da eleições gerais é uma questão que se impõe neste momento histórico da vida brasileira, a partir das graves denúncias feitas pelo ex-diretor da Petrobrás, Paulo Roberto Costa, com base no instituto da delação premiada.
Não há condições objetivas e políticas para que o pleito eleitoral à presidência da República, senado, governos estaduais e, renovação dos parlamentos estaduais e federal, se realize de forma justa e transparente, quando muitos dos personagens disputantes, a esses cargos, são alvos de denúncias de corrupção.
É preciso que a Polícia Federal e o Ministério Público concluam a apuração e confirmem ou não a veracidade de tais denúncias, a fim de que os eleitores brasileiros possam votar com absoluta segurança, isenção, serenidade e confiantes de que os candidatos escolhidos são idôneos.
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