quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
sábado, 23 de janeiro de 2016
O lulopetismo aprendeu a beber Romanée-Conti, Henn...
blog do Jornalista Polibio Braga: O lulopetismo aprendeu a beber Romanée-Conti, Henn...: O título original do artigo de Ruy Castro é "Gente Fina" e foi publicado na edição de ontem da Folha de S. Paulo. Uma das b...
O lulopetismo aprendeu a beber Romanée-Conti, Hennesy Paradis, Latour e Lafitte-Rotschild. É tudo gente fina.
O título original do artigo de Ruy Castro é "Gente Fina" e foi publicado na edição de ontem da Folha de S. Paulo.
Uma das benesses do poder é a de refinar seus ocupantes. Por mais agrestes de origem, são obrigados a aprender a usar garfo e faca, não palitar os dentes e evitar coçar partes íntimas na presença de senhoras. Lula, por exemplo, saltou das assembleias de sindicatos para as noites de gala em Brasília, Washington e Caracas. Mas se deu bem porque teve um belo estágio intermediário: as reuniões que a burguesia paulistana lhe oferecia nos anos 80.
Foi numa delas que Lula aprendeu sobre o Romanée-Conti, o tinto francês de que só se produzem 6.000 garrafas por ano, e que, depois, ele foi visto mais de uma vez tomando num restaurante do Rio. Seus charutos vêm de Havana, de uma reserva especial destinada ao comandante Fidel. E só se pode especular sobre a reforma de R$ 700 mil que a ex-primeira-dama, dona Marisa Letícia, ia fazer no triplex de praia do casal no Guarujá –o apartamento teve de ser abandonado às pressas.
Esse refinamento é contagioso. O dinheiro subitamente disponível permite até aos segundos escalões adquirir novos gostos, sob os quais passam a se reger. A Operação Lava Jato tem revelado um frenesi de mimos de empreiteiros para atuais e ex-ministros do governo na forma de lenços e gravatas Hermès, conhaques Hennessy Paradis e vinhos como o Haut-Brion, o Lafitte-Rothschild e o Latour.
Os lulopetistas também usam black-tie, qual é o problema?
Delcídio do Amaral, ex-líder do governo no Senado e ardente militante do nouveau-richisme,
habituou-se a comemorar os aniversários da família com festas para 500 convidados em Ibiza, em Punta del Este e no Copacabana Palace. A exemplo de José Dirceu e Henrique Pizzolato, ele aprendeu a valorizar as coisas boas da vida.
Mas onde esses heróis do povo brasileiro capricham mesmo é na escolha de seus advogados. Só aceitam os mais caros do país.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
CONSERVAÇÃO DO SOLO: UMA QUESTÃO SEMPRE ATUAL
CREA-RS no lançamento do Programa Estadual de Conservação de Solo e Água
Visando à adoção de práticas de manejo e conservação no Rio Grande do Sul, através de uma política permanente de Estado, foi lançado nesta quinta-feira (3), no Palácio Piratini, o Programa Estadual de Conservação de Solo e Água, coordenado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação, em parceria com as secretarias de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo, Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e Educação. Prestigiaram o ato, o Eng. Agr. Vulmar Leite, 2º vice-presidente do CREA-RS, e o Eng. Agr. Gustavo André Lange, presidente da Sargs, acompanhados do Eng. Agr. Ivo Lessa, conselheiro do CREA-RS e presidente eleito da Sargs (gestão 2016/2017).
A meta é contribuir para a melhoria da fertilidade de solo, o incremento da rentabilidade agrícola e das cadeias produtivas que integram a agropecuária gaúcha, e a qualidade de vida nos meios rural e urbano, integrando profissionais, promovendo e apoiando projetos e atividades orientadas à implementação da agricultura conservacionista no Rio Grande do Sul.
Em seu discurso, o governador do Estado, José Ivo Sartori, falou sobre o importante passo que o governo dá para a preservação do solo e da água, uma atitude proativa e muito positiva, resultado do trabalho integrado e articulado que reúne secretarias de Estado, instituições de pesquisa e extensão rural, agentes financeiros, universidades, escola técnicas, cooperativas, prefeituras e sindicatos.
"Este é um programa de Estado e o que vale são essas políticas públicas que devem ser aplicadas para realmente conservarmos a nossa água e o nosso solo. Os solos são importantes para a vida, tendo influência no meio ambiente. A redução da capacidade de armazenamento dos reservatórios, a qualidade da água e a queda na capacidade produtiva das terras estão relacionadas justamente à ausência de boas práticas na produção, e temos que melhorar isso", garantiu o governador.
Com a assinatura do decreto que institui a política de conservação de solo e água, programas, diretrizes e instrumentos, para proteção de ambos, são estabelecidos em harmonia com o desenvolvimento econômico e social, assegurando a qualidade de vida da população rural e urbana, e do meio ambiente.
O secretário da Agricultura, Pecuária e Irrigação, Ernani Polo, falou que este é um importante projeto e está sendo lançado no Ano Internacional dos Solos, declarado pela ONU. Segundo o secretário, este é um programa que pode ser trabalhado permanentemente e possui dois pilares: "O da sustentabilidade e boas práticas de conservação do meio ambiente e o de contribuir para a melhoria da fertilidade dos solos visando ao aumento da produção de alimentos".
O secretário de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo, Tarcísio Minetto, disse que o programa tem dois fatores muito importantes dentro do processo de produção e que a Secretaria está integrada, através da vinculada Emater, "com técnicos preparados para implementar e ter esse cuidado fundamental com a questão do nosso solo e da nossa água".
Estiveram presentes na cerimônia, o vice-governador José Paulo Cairoli; a secretária de Políticas Sociais, Maria Helena Sartori; o secretário-adjunto da Educação, Luiz Antônio Alcoba Freitas; a secretária-substituta do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Maria Patrícia Mollmann; além dos órgãos que participaram do comitê de estruturação do programa, Emater/RS; Embrapa Fecoagro; Fepagro; Fetag; Farsul; Fiergs; Famurs; Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; Ministério do Desenvolvimento Agrário; Núcleo da Região Sul da Sociedade Brasileira de Ciência de Solos; BNDES; Sintargs; escolas técnicas agrícolas; universidades e demais instituições afins.
Veja vídeo do ato http://www.rs.gov.br/lista/740/videos/video230073
Com informações Imprensa/Palácio Piratini
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
ELEIÇÕES MUNICIPAIS DE SANTIAGO, EM 2016
A condição de cidadão, ex-prefeito
municipal e militante partidário não me autoriza que fique alheio ao que ocorre
na comunidade em que vivo. Não tenho nenhum projeto político eleitoral, mas
isso não impede que eu possa participar do processo de escolha de candidatos e
da formulação de políticas públicas que contribuam para o aperfeiçoamento e a melhoria
dos serviços públicos prestados pelos Poderes Públicos Municipal, Executivo e Legislativo.
Participei, há algumas semanas,
de uma reunião intrapartidária, convidado pelo PMDB, que tratava do possível acordo político entre o PSD, PSDB, PDT e PMDB para marcharem juntos no próximo
pleito eleitoral. Dos quatro partidos somente o PSD era a novidade no histórico
arco de alianças partidárias nos pleitos eleitorais que se travaram nos últimos
20 anos, exceto no último, quando o PSD e o PDT apoiaram o candidato do PT.
A articulação desses quatros
partidos pode ser o diferencial e o fator decisivo para quebrar a hegemonia do
PP em Santiago. Conta com quadros técnicos e políticos qualificados, tempo de
rádio expressivo, militância partidária aguerrida e pode indicar candidatos competitivos
para o executivo e para o legislativo, como também formular propostas de
governança que se diferenciem da mesmice histórica que o continuísmo
conservador impõe à comunidade de Santiago.
Há, inequivocamente, um forte sentimento de mudança na forma da gestão pública existente e a crescente percepção de que este modelo está esgotado e que seria o responsável pela estagnação econômica e social da nossa Santiago.
Há, inequivocamente, um forte sentimento de mudança na forma da gestão pública existente e a crescente percepção de que este modelo está esgotado e que seria o responsável pela estagnação econômica e social da nossa Santiago.
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