sexta-feira, 7 de junho de 2013

A ADMINISTRAÇÃO E O CINEMA

O site http://www.administradores.com.br, especializado em administração, publicou recentemente uma lista de 10 filmes recomendados pelo presidente do Conselho Federal de Administração (CFA), Sebastião Luiz de Mello, aos seus confederados. Abaixo, reproduzo a notícia na íntegra, contida no referido site:

"10 filmes que todo administrador deve assistir

O presidente do Conselho Federal de Administração (CFA), Sebastião Luiz de Mello, elaborou uma lista com 10 filmes que todo profissional de administração deve assistir.

 
Assistir a um filme é, para muitos, um momento de lazer e diversão. Contudo, o cinema pode oferecer, além do entretenimento, importantes lições para a carreira profissional. O presidente do Conselho Federal de Administração (CFA), Sebastião Luiz de Mello, lista 10 filmes que, segundo ele, todo profissional de administração deveria ver para aprender sobre gestão, superação, liderança, trabalho em equipe, entre outros temas.

Confira, abaixo, a lista preparada por Sebastião Mello.

Invictus

Direção: Clint Eastwood
O filme conta a história a partir da eleição de Nelson Mandela (Morgan Freeman) para presidente da África do Sul, quando o país ainda mantinha resquícios do apartheid. Para contornar a grave situação social e econômica, Mandela se une ao time nacional de rúgbi. “Este filme é interessante para os Administradores, pois o presidente Mandela terá uma relação próxima com o capitão do time, atuando como coach não para dar respostas, mas para fazer o atleta refletir sobre as situações e mudar seus comportamentos”, diz o presidente.

Amor sem Escalas

Direção: Jason Reitman

Ryan Bingham (George Clooney) tem por função demitir pessoas. Por estar acostumado com o desespero e a angústia alheiros, ele mesmo se tornou uma pessoa fria. Ele viaja para todas as cidades dos Estados Unidos demitindo pessoas. Mas seu chefe decide contratar Natalei Keener (Anna Kendrick), profissional que desenvolveu um sistema de demissão por videoconferência e, caso o sistema seja implementado, Ryan corre o risco de ficar sem emprego. O filme mostra para os Administradores o conflito de gerência tradicional e gerência nova, que salta das escolas de negócios transformando as relações.

Um Sonho Possível
Direção: John Lee Hancock

“Este é um filme muito emocionante, baseado em um fato verídico”, opina Sebastião Mello. O jovem negro Michal Oher (Quinton Aaron) cresceu em lares adotivos. Sua vida muda quando ele conhece, no meio da rua, Leigh Ann (Sandra Bullock) que, sensibilizada pela situação do rapaz, decide leva-lo para dormir em sua casa. Ela e sua família decidem apostar no potencial de Michael, dando-lhe uma família, uma escola e a chance de jogar no time de futebol. O filme aborda temas como superação, esperança e como é importante a pessoa acreditar nela mesma. “Além disso, nos faz perceber que existem muitos talentos escondidos na empresa, esperando apenas uma oportunidade para fazer a diferença”, defende.
 
O homem que mudou o jogo
 
Direção: Bennett Miller

Esse é mais um filme que usa o esporte para nos ensinar importantes lições que valem para a vida pessoal e profissional. A película conta a história de um time de baseball com orçamento modesto que vem perdendo importantes atletas. O gerente do time, Billy Beane (Brad Pit) tenta conter os problemas, mas sem sucesso até conhecer Peter Brand (Jonha Hll). Beane adota as ideias de Brand e decide abrir mão de velhos conceitos de administração e passa a contratar jogadores pelo método defendido por Brand. A metodologia dá certo e o time vence vários jogos. O filme mostra como lidar com mudança, aborda princípios, obstinação, perseverança, além de deixar a mensagem da possibilidade de mudar o rumo das nossas vidas a partir da crença e da defesa inabalável de um princípio.
 
De pernas pro ar

Direção: Roberto Santucci

Segundo Sebastião Mello, este é um filme muito divertido. Ele mostra a vida de Alice (Ingrid Guimarães), uma mulher workaholic que perde o emprego e o marido no mesmo dia. Mas tudo muda quando ela conhece a vizinha, que é dona de um sex shop em decadência. Alice percebe que o negócio está de mal a pior por falta gestão e decide, então, virar sócia da amiga. Para o presidente, como Alice tem amplo conhecimento na área de administração, ela consegue alavancar as vendas do sex shop e descobre que é possível dar a volta por cima, ser uma profissional de sucesso e ainda ter tempo para a família.
 
A fuga das galinhas

Direção: Peter Lord e Nick Park

Esta é uma animação britânica que conta a história de uma galinha que decide fugir do galinheiro após descobrir que seu futuro é virar comida. Ela e seus amigos vão viver várias aventuras para conseguirem alcançar seus objetivos. “O filme é interessante para os Administradores, pois traz lições como trabalho em equipe, estratégia e criatividade”, conta.
 
Monstros SA
 
Direção: Pete Docter

Neste filme, Mike e Sulley são monstros empregados da empresa Monstros S/A. A energia que a empresa gera provém dos gritos das crianças, mas como elas já não se assustam mais, o lucro da empresa começa a cair. Mas Sulley conhece uma garotinha e descobre que o riso dela também é capaz de gerar energia. O filme fala de reorganização na empresa, além de mostrar como é possível superar dificuldades se soubermos enxergar oportunidades, mesmo diante da crise.
 
Coach Carter - Treino Para a Vida

Direção: Thomas Carter

Inspirado em uma história real, este filme é muito motivador”, fala Sebastião Mello. Ele conta a história de Ken Carter (Samuel L. Jackson), técnico de basquete que aceita treinar a equipe de um colégio da periferia. No local, ele precisa enfrentar a desmotivação de pais e alunos. Mesmo assim, ele consegue impor um rígido regime que, além de ajudar a melhorar as notas dos alunos, leva o time da escola a ganhar vários títulos. Para o presidente, o filme fala sobre liderança e do papel do líder para o bom trabalho em equipe.

Wall Street – O dinheiro nunca dorme

Direção: Oliver Stone

Gordon Gekko (Michael Douglas) sai da prisão após cumprir pena por fraude financeira e, impossibilitado de operar no mercado financeiro, ele passa parte do tempo palestrando e escrevendo livros. Até conhecer Jacob Moore (Shia LaBeouf), um operador idealista do mercado de Wall Street. “O filme nos faz questionar até onde podemos ir para garantir sucesso e fama no mundo corporativo. Além disso, ensina a trabalhar com riscos”, afirma.
 
O discurso do Rei

Direção: Tom Hooper

Este é um filme que conta a história real de o rei da Inglaterra George VI, pai da atual rainha Elizabeth II. Ele sofria de uma gagueira que o impedia de discursar para grandes públicos, até conhecer o terapeuta Lionel Logue. Para Sebastião, esta relação entre os dois traz grandes ensinamentos para a Administração. “Uma delas é a importância dos líderes saberes se comunicar com eficiência e eficácia. Outra lição deste filme é a de que servir não significa dizer ‘sim’ a tudo. Apesar de estar atendendo ao Rei, Lionel mantém uma postura firme e exigente. Muitas vezes, diante de uma situação, um gestor precisa ser tão firme quanto Lionel, mas sem perder a delicadeza e o bom humor”, finaliza o presidente do CFA. Sebastião Mello."


http://www.administradores.com.br/noticias/entretenimento/10-filmes-que-todo-administrador-deve-assistir/76633/

VÍDEO REVELA COMO COMEÇARAM OS BOATOS SOBRE O FIM DO BOLSA FAMÍLIA

LOROTAS POLÍTICAS & VERDADES EFÊMERAS: O VÍDEO REVELA COMO COMEÇARAM OS BOATOS SOBRE O FI...:   06 de junho de 2013

O Lula tinha razão!

quinta-feira, 6 de junho de 2013

BREVE REFLEXÃO SOBRE BLOGOSFERA

A redes sociais aproximaram as pessoas que moram na aldeia e as que estavam distantes no tempo e no espaço geográfico. A internet, com as sua inúmeras redes sociais nos proporciona, a cada momento, oportunidades de celebrar novas amizades, reatar outras que estavam adormecidas, trocar impressões, ideias, sentimentos e mensagens com instantaneidade,  pluralidade e intensidade jamais imaginada nos sonhos mais remotos dos homens e mulheres da minha geração.

Aderi à leitura diária de sites e blogues que abordam assuntos e temas com múltiplos matizes, além de compartilhar com uma legião de amigos, as trocas de emoções proporcionadas pela interação das redes sociais.

Nesse permanente e contínuo olhar, através da janela virtual e das leituras nos modelos tradicionais, vou redesenhando, revendo, modificando, refletindo, consolidando, refazendo e reconstruindo novas visões sobre princípios, valores e conceitos que conformam minhas crenças sobre a política, a economia, as relações humanas, nos caminhos da humanidade e, sobretudo, sobre a comunidade em que vivo.

A blogosfera é profusa e multifacetada na nossa terra, existe plena liberdade para compartilhar anseios, dúvidas, falsidades, verdades e sonhos; semear o amor e o ódio, tristeza e alegria, fantasia e realidade, covardia e coragem; ameaças e induções de fatos reais ou inexistentes para que alguns obtenham resultados ou vantagens inconfessáveis; permeiam as postagens que leio diariamente nas mídias sociais.

A censura não cabe aos blogueiros, a eles deve ser assegurada a liberdade de expressão nos limites éticos e legais que as convenções sociais estabelecem devem ser respeitados, assim como aos leitores, a opção da leitura crítica, reflexiva e seletiva também deve ser acatada e estimulada.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

O CHÁ NOSSO DE CADA DIA...

Do site da Veja:

"CHÁS -  FORMAS DE PREPARO E CONSUMO
Uma boa xícara de chá pode exercer ação calmante e repousante, além de aquecer o corpo. É a bebida mais consumida no mundo e está relacionada ao convívio social, conforto, poder de cura e prazer. O chá pode ser feito a partir de plantas reconhecidas como não tóxicas, utilizando a folha, sementes, casca, flores, caule, raiz ou fruto. Os compostos bioativos, presentes nos chás , fazem dessas ervas alimentos com propriedades funcionais e benéficas à saúde. Para fazer o chá,  é necessário saber qual é a parte mais adequada, ou seja qual parte tem a maior concentração do princípio ativo.
Infusão, decocção ou maceração. Aprenda a diferenciar.
Infusão: contato da planta (folhas ou flores) com água fervente
Despejar água fervente sobre as partes ativas do vegetal (flores e folhas), deixar descansando por 5 a 10min. Coar e servir.
- 5gr para 100ml de água.
Decocção: extração dos princípios ativos de raízes, sementes e cascas, com água até a ebulição.
Despejar água fria sobre as partes ativas do vegetal (raízes, sementes ou cascas), aquecer até ebulição e deixar 5 a 10 min. Abafar por 10 – 15 min, coar e servir.
- 5 gr para 100ml de água
Maceração: consiste em deixar a erva (amassada) de molho em água fria por 10 a 12hs (folhas, flores e sementes) ou por 16 a 18hs (caules, cascas e raízes). O recipiente deverá permanecer coberto e o ambiente deverá ser fresco. Após esse tempo o chá estará pronto para o consumo.
- 5 gr para 100ml de água
Mais sobre chás:"
Leia a notícia completa acessando o link, abaixo:

sábado, 1 de junho de 2013

DESCASO DO GOVERNO COM A FRONTEIRA OESTE

Leia a notícia acessando o link, abaixo:

Ponto Livre: Descaso do governo com a Fronteira Oeste: Leitor do jornal Mensageiro Rural, o agropecuarista César Augusto Stumpf, de Maçambará, enviou a foto que ilustra este tópico, acompanhada d...

quinta-feira, 30 de maio de 2013

BRASIL MENOS COMPETITIVO EM 2013

O Brasil tornou-se menos competitivo conforme relatório feito pela escola de negócios IMD (International Institute for Management Development), com dados referentes ao nosso país coletados pela Fundação Dom Cabral, segundo notícia publicada no site da BBC Brasil, hoje, 30 de maio, abaixo:

"Brasil despenca em ranking de competitividade

Um relatório divulgado nesta semana por um dos mais respeitados centros de ensino na Suíça indicou que o Brasil é um dos países menos competitivos do mundo.

De 2012 para 2013, o país caiu do 46º para o 51º lugar entre 60 nações analisadas pela escola de negócios IMD. Na comparação entre o ano passado e 2011, o Brasil já havia recuado duas posições no ranking.


"A competitividade de uma economia não pode ser reduzida apenas a PIB e produtividade; cada país ou empresa também tem que lidar com dimensões políticas, sociais e culturais", diz o documento.O relatório, chamado IMD World Yearbook, analisa o gerenciamento das competências de cada país na busca por mais prosperidade.

De 2012 para 2013, o Brasil caiu cinco pontos no ranking de competitividade mundial. Passou do 46º para o 51º lugar numa lista de 60 nações. Em 2011, já havia recuado dois pontos. Tornou-se um dos países menos competitivos do mundo. O levantamento é feito pela escola de negócios IMD (International Institute for Management Development). Os dados referentes ao Brasil são coletados pela Fundação Dom Cabral."

segunda-feira, 27 de maio de 2013

A HOMENAGEM DE PAULO BROSSARD AO DIRETOR DO ESTADÃO

Ruy Mesquita e a imprensa sem peias,

 por Paulo Brossard*


O Estado de S. Paulo é o maior, mas não o mais antigo jornal do país, embora o seja de São Paulo, pois antes dele entraram a circular e continuam circulando pelo menos duas folhas, o Diário de Pernambuco e o Jornal do Comércio, do Rio de Janeiro. Estas lembranças me vieram à mente acerca do falecimento de Ruy Mesquita, que, desde a morte de seu irmão, Júlio de Mesquita Neto, passou a ser a primeira figura do grande jornal, ele que fora o fundador e diretor do Jornal da Tarde. A morte do jornalista ensejou fosse apreciada sua dimensão entre os profissionais da imprensa, bem como a posição que lhe cabia nos planos nacional e internacional. E foram de louvor, sem discrepância, as apreciações acerca de sua dedicação ao mundo do jornal.

Como uma ideia puxa a outra, dei-me conta de que o “Estadão”, como veio a ser popularmente denominado, converteu-se em uma espécie de escola de jornalismo e, entre outras notas distintivas, primou em guardar acentuada homogeneidade. Esta me parece derivar da circunstância de, em mais de século, ter sido confiada a uma família de jornalistas. Sem contar os anos iniciais da propaganda, ao tempo da Província de S. Paulo, a partir da República esteve sob a direção sucessiva de Júlio de Mesquita, Júlio de Mesquita Filho, Francisco de Mesquita, Júlio de Mesquita Neto e Ruy Mesquita, à exceção do período em que o jornal, confiscado, exilados seus diretores, perdeu seu caráter próprio. A permanência da família, sem solução de continuidade, não impediu que Nestor Pestana e Plínio Barreto, jurista, homem público e jornalista, fossem seus diretores.

Em outras palavras, de 1891 a 2013 o jornal viveu sob a direção de três gerações de uma família, ligadas não só por seus laços, mas também por vínculos culturais em seu mais amplo sentido, de modo que o pecúlio imaterial que se foi formando, a despeito das imensas transformações do mundo, fosse se enriquecendo num prolongamento orgânico das linhas iniciais do empreendimento; a fidelidade aos padrões originários assegurou a homogeneidade nascente perpetuada até hoje.

Se é exato que a empresa jornalística necessita de estrutura em tudo adequada às suas necessidades, de modo a zelar por sua funcionalidade material, ela não exclui a singularidade peculiar, pois, se o jornal não dispensa imprescindível saúde financeira, seu escopo não será exclusivo ou mesmo predominantemente econômico, pois não poderá desligar-se de suas preocupações específicas, marcadamente imateriais.

Por estas ou aquelas razões, o certo é que o fenômeno “Estado” aparece como uma eminência no meio em que nasceu e cresceu até tornar-se entidade nacional de expressão internacional, e Ruy Mesquita foi a derradeira personalidade da terceira geração da família Mesquita, que se confunde com a empresa centenária a partir de 1891 e, dadas suas qualidades, herdadas e adquiridas, veio a imprimir significativo contributo à antiga instituição, aditando e enriquecendo o singular patrimônio acumulado em mais de século, com naturalidade e descortino, segurança e firmeza.

Na apreciação dos que o conheceram no dia a dia de alguns anos, que não foram poucos, ele se afirmou sem alarde e quase sem esforço à altura de seus antecessores. A mim parece que o jornalismo brasileiro perde em Ruy Mesquita uma de suas expressões mais completas e harmoniosas.

Embora não passe de velharia, ainda existe entre nós quem defenda a “regulamentação” da imprensa, que, em verdade, não passa de pseudônimo do domínio sobre a livre informação. Na simpática República Argentina, por exemplo, seu governo se afoita em hostilizar frontalmente o seu maior complexo noticioso, repetindo a selvagem agressão de outro governo contra dois ornamentos da nação irmã, La Nación e La Prensa. É a razão por que foram oportunas as homenagens ao jornalista falecido por sua fidelidade à imprensa sem peias, internacionalmente reconhecido.


*JURISTA, MINISTRO APOSENTADO DO STF