sexta-feira, 9 de novembro de 2012

RELAÇÕES PROMÍSCUAS

"Depois de aparecer em fotos com guardanapo na cabeça ao lado de Fernando Cavendish em Paris, os mesmos secretários de Eduardo Paes e Sérgio Cabral têm mais uma viagem internacional com um empreiteiro para explicar.

O empresário da vez chama-se Saulo Wanderley Filho, da Cowan, que tem contratos com a prefeitura e o governo do Rio de Janeiro, como a Linha 4 do metrô."
Leia o texto completo no link, abaixo
As relações pessoais e de convivência social entre agentes públicos (prefeitos, governadores, secretários, fiscais, assesores especiais, etc.) com prestadores de serviços, fornecedores e concessionários do serviço público não devem ultrapassar os limites da cautela e dos bons costumes. Infelizmente isso nem sempre é observado e os desvios éticos se tornam rotina na gestão pública.

Em boa hora, o Supremo Tribunal Federal - STF, em julgamento histórico e amplamente acompanhado pela população brasileira, através da televisão, demostra, de forma cabal e irretorquível, a teia da corrupção que foi perpetrada no Poder Central da República, com o cuncurso de ministros, parlamentares, agentes de bancos oficial e privados, empresários do ramo publicitário e dirigentes partidários. As penas aplicadas até aqui são severas e, certamente, nortearam a conduta das demais instâncias judicantes do País, na apreciação de casos desta natureza.

Aqui, bem perto de nós, a Câmara de Vereadores de Santiago, inspirou-se no exemplo da Corte Maior do Judiciário e,  por intermédio do seu presidente Marcos Brum Peixoto, acaba de instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito, para apurar possíveis desvios de recursos públicos e de conduta funcional nas relações da Prefeitura Municipal de Santiago com fornecedores para realização de eventos e um órgão da midia local. A apuração das supostas irregularidades ficou a cargo dos vereadores Diniz CogoMiguel BianchiniAntônio Carlos dos Santos GomesFábio Gomes e Pedro Bassim, com prazo de 60 dias para cumprirem o desiderato.

2 comentários:

Vulmar Leite disse...

Recado!

Não tenho problema nenhum em publicar comentários anômimos, quando o teor expressa verdades comprovadas e boa educação dos seus autores. Agora, quando eivado de inverdades, falsidade, covardia, ressentimentos, recalques, embora, neste caso, o autor poderia ser facilmente identificado pela sua natureza e forma leviana e histórica de proceder, não publico. Exceto se o autor tiver a decência de assinar o comentário enviado para o meu e-mail.

Vulmar Leite

Anônimo disse...
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